Dizimo

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Dom Ottorino Faz visita pastoral na Paroquia BOm Pastor

No ultimo sabádo 26/  Após uma calorosa acolhida feita pelas crianças de nosso coral mirim nosso Bispo Dom Ottorino Assolari deu inicio aos seus trabalhos com o encontro com todos catequistas e o conselho econômico paroquial.

Na parte da tarde Dom Ottorino Assolari encontrou com os ministros da sagrada comunhão,coordenadores de pastorais e movimentos,coordenadores de comunidades e de núcleo e também e com a coordenação da pastoral familiar que esta em reestruturação em nossa paróquia .

O Bairro Novo Horizonte Situada em nosso núcleo Urbano ,teve o privilegio de acolher a presença de de nosso Bispo que celebrou a santa missa do 1º Domingo do advento.O Bispo destacou em sua homilia a importância de todos fieis praticarem com a ajuda de suas lideranças o que foi e está no livro do Sínodo Diocesano.

Com  solene celebração eucarística do 1º Domingo do advento, Nosso Bispo Dom Ottorino Assolari encerrou sua visita pastoral ,em sua homilia ,destacou a fé esperança e caridade como princípios que devem ser cada vez mais praticados por toda comunidade.Esperamos que tudo que foi falado de forma motivadora por nosso Bispo ,possa despertar esse desejo de cristãos católicos preocupados e empenhados em realizar a nova evangelização.


Logo após a santa missa , Dom Ottorino Assolari se encontrou com a coordenação da Pastoral da Juventude e muitos outros jovens vindos de todos os cantos de nossa paróquia,foi um momento de conversa de partilha de perguntas e respostas e também de esclarecimento sobre duvidas e assuntos tratados como polemico pelos próprios jovens e a mídia social .foi um momento bem descontraído e proveitoso.

sábado, 19 de novembro de 2016

Consistório: Papa exorta a "descer do monte e ser misericordiosos"

 O Papa Francisco presidiu, na manhã deste sábado (19/11), na Basílica Vaticana, ao Consistório Ordinário Público para a Criação de 17 novos Cardeais, provenientes de diversos países, entre os quais o Brasil, na pessoa de Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF).
 
Em sua homilia, o Santo Padre partiu da passagem evangélica, chamada “discurso da planície”: depois que Jesus escolheu os Doze apóstolos, pôs-se a caminho e desceu com eles para uma região plana, onde era aguardado por uma grande multidão, queria ouvir suas palavras e ser curada por Ele.
A vocação dos Apóstolos é associada a este “pôr-se a caminho” rumo à planície, para encontrar uma multidão “atormentada”. E o Papa explicou:
«A escolha, ao invés de mantê-los no alto da montanha, levou-os para o meio da multidão, em meio às suas tribulações, ao nível da sua vida. Assim, o Senhor revela, a eles e a nós, que o verdadeiro cume se alcança a partir da planície, que nos lembra que o cume se situa em um horizonte, que se torna um convite especial: ‘Sejam misericordiosos como o Pai é misericordioso’».
Trata-se de um convite, acrescentou Francisco, que é acompanhado de quatro imperativos ou quatro exortações – que o Senhor lhes dirige, para moldar a sua vocação no dia-a-dia. São quatro ações que darão forma, encarnarão e tornarão palpável o caminho do discípulo, como afirmou o Papa:
“Poderíamos dizer que são quatro etapas da mistagogia da misericórdia - iniciação nos mistérios de uma religião -: amar, fazer o bem, abençoar e rezar. Penso que, sobre estes aspetos, que parecem razoáveis, estamos todos de acordo. São quatro ações que facilmente realizamos com os nossos amigos, com as pessoas mais ou menos próximas na estima, nos gostos, nos costumes”.
O problema, diz o Pontífice, surge quando Jesus nos apresenta os destinatários destas ações: “Amem seus inimigos, façam o bem aos que lhes odeiam, abençoem os que lhes amaldiçoam, rezem pelos que lhes caluniam:
“Encontramo-nos diante de uma das caraterísticas mais específicas da mensagem de Jesus, onde se oculta a sua força e o seu segredo e da qual brota a fonte da nossa alegria, a força da nossa missão e o anúncio da Boa Nova. O inimigo é alguém que devo amar”.
O coração de Deus não tem inimigos; Deus tem apenas filhos. Nós erguemos muros, construímos barreiras e classificamos as pessoas. O amor de Deus é fiel, materno e paterno, incondicional, que exige conversão do coração, que tende a julgar, dividir, contrapor e condenar. E Francisco ponderou:
“A nossa época é caraterizada por problemáticas e interrogativos fortes em escala mundial. Vivemos em um tempo em que ressurgem, como uma epidemia nas sociedades, a polarização e a exclusão, como única forma  de se resolver os conflitos, ao invés, se torna uma ameaça e adquire a condição de inimigo”.
O inimigo, para muitos, explicou o Santo Padre, vem de terras distantes, tem outros costumes e cor da pele, língua ou condições sociais diferentes; porque pensa de outro modo ou professa outra fé. Aos poucos, essas diferenças se transformam em hostilidade, ameaça e violência. Quantas feridas por causa desta epidemia de inimizade e violência, desta patologia da indiferença! Quantas situações de precariedade, sofrimento e inimizade entre os povos, existem entre nós, em nossas comunidades, presbitérios e reuniões. E o Papa acrescentou:
“O vírus da polarização e da inimizade permeia em nosso modo de pensar, sentir e agir. Devemos estar atentos para que esta conduta não ocupe o nosso coração, porque vai contra a riqueza e a universalidade da Igreja, que se reflete no Colégio Cardinalício. Viemos de terras distantes, temos costumes, cor da pele, línguas e condições sociais diferentes; pensamos e celebramos a fé com vários ritos. Isso não nos torna inimigos, mas é uma das nossas maiores riquezas”.
O Santo Padre concluiu sua homilia, recordando que Jesus não cessa de “descer do monte” para nos inserir na história e anunciar o Evangelho da Misericórdia. Ele continua a enviar-nos à “planície” dos nossos povos e a dar-lhes a vida e a esperança, sinais de reconciliação.
Como Igreja, disse por fim Francisco aos Cardeais, somos convidados a abrir os nossos olhos para ver as feridas de tantos irmãos e irmãs privados e provados na sua dignidade. Sejam misericordiosos como o Pai!
Ao término da celebração do Consistório Ordinário Público, o Santo Padre e os novos Cardeais, a bordo de dois microônibus, foram visitar o Papa emérito, Bento XVI, no mosteiro Mater Ecclesiae, onde reside nos Jardins do Vaticano. (MT)
Íntegra da homilia do Papa:
Consistório Ordinário Público para a criação de novos Cardeais (Basílica Vaticana, 19 de novembro de 2016)
A passagem do Evangelho que acabamos de ouvir (cf. Lc 6, 27-36) faz parte do que muitos chamam «o discurso da planície». Despois da instituição dos Doze, Jesus desceu com os seus discípulos para um local plano, onde uma multidão estava à sua espera para O escutar e ser curada por Ele. A vocação dos Apóstolos aparece associada com este «pôr-se a caminho» rumo à planície, para encontrar uma multidão que se sentia – como diz o texto do Evangelho – «atormentada» (Lc 6, 18). A escolha deles, em vez de os fazer permanecer lá no alto, no cimo da montanha, leva-os para o seio da multidão, coloca-os no meio das suas tribulações, ao nível da sua vida. Assim o Senhor revela, a eles e a nós, que o verdadeiro cume se alcança na planície, e esta lembra-nos que o cume se situa num horizonte e, especialmente, num convite: «Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36).
Um convite acompanhado por quatro imperativos – poderíamos dizer quatro exortações – que o Senhor lhes dirige, para moldar a sua vocação na existência concreta do dia-a-dia. São quatro ações que darão forma, encarnarão e tornarão palpável o caminho do discípulo. Poderíamos dizer que são quatro etapas da mistagogia da misericórdia: amai, fazei o bem, abençoai e rezai. Penso que, sobre estes aspetos, é possível estarmos todos de acordo, parecendo-nos mesmo razoáveis. São quatro ações que facilmente realizamos com os nossos amigos, com as pessoas mais ou menos chegadas, próximas na estima, nos gostos, nos costumes.
O problema surge quando Jesus nos apresenta os destinatários destas ações, e fá-lo com muita clareza, sem divagações nem eufemismos. Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, abençoai aqueles que vos amaldiçoam, rezai pelos que vos caluniam (cf. Lc 6, 27-28).
Estas ações, não nos vem espontaneamente a vontade de as fazer a pessoas que aparecem a nossos olhos como um adversário, como um inimigo. Ao vê-las, a nossa atitude primária e instintiva é desqualificá-las, desacreditá-las, amaldiçoá-las; em muitos casos, procuramos «demonizá-las» a fim de ter uma justificação «santa» para nos livrarmos delas. Ao contrário Jesus, referindo-Se ao inimigo, a quem te odeia, amaldiçoa ou difama, diz-nos: ama-o, faz-lhe bem, abençoa-o e reza por ele.
Estamos perante uma das caraterísticas mais específicas da mensagem de Jesus, onde se esconde a sua força e o seu segredo; daí dimana a fonte da nossa alegria, a força da nossa missão e o anúncio da Boa Nova. O inimigo é alguém que devo amar. No coração de Deus, não há inimigos; Deus tem apenas filhos. Nós erguemos muros, construímos barreiras e classificamos as pessoas. Deus tem filhos, e não foi para Se livrar deles que os quis. O amor de Deus tem o sabor da fidelidade às pessoas, porque é um amor entranhado, um amor materno/paterno que não as deixa ao abandono, mesmo quando erraram. O nosso Pai não espera pelo momento em que formos bons, para amar o mundo; para nos amar, não espera pelo momento em que formos menos injustos, ou mesmo perfeitos; ama-nos porque escolheu amar-nos, ama-nos porque nos deu o estatuto de filhos. Amou-nos mesmo quando éramos seus inimigos (cf. Rm 5, 10). O amor incondicional do Pai para com todos foi, e é, uma verdadeira exigência de conversão para o nosso pobre coração, que tende a julgar, dividir, contrapor e condenar. Saber que Deus continua a amar mesmo quem O rejeita, é uma fonte ilimitada de confiança e estímulo para a missão. Nenhuma mão, por mais suja que esteja, pode impedir a Deus de colocar nela a Vida que nos deseja oferecer.
A nossa época carateriza-se por problemáticas e interrogativos fortes à escala mundial. Tocou-nos atravessar um tempo em que ressurgem, à maneira duma epidemia nas nossas sociedades, a polarização e a exclusão como única forma possível de resolver os conflitos.
 Vemos, por exemplo, como rapidamente quem vive ao nosso lado não só possui a condição de desconhecido, imigrante ou refugiado, mas torna-se uma ameaça, adquire a condição de inimigo. Inimigo, porque vem duma terra distante, ou porque tem outros costumes. 
Inimigo pela cor da sua pele, pela sua língua ou a sua condição social; inimigo, porque pensa de maneira diferente e mesmo porque tem outra fé. Inimigo, porque... E, sem nos darmos conta, esta lógica instala-se no nosso modo de viver, agir e proceder. Consequentemente, tudo e todos começam a ter sabor de inimizade. Pouco a pouco as diferenças transformam-se em sintomas de hostilidade, ameaça e violência. 
Quantas feridas se alargam devido a esta epidemia de inimizade e violência, que se imprime na carne de muitos que não têm voz, porque o seu clamor foi esmorecendo até ficar reduzido ao silêncio por causa desta patologia da indiferença! Quantas situações de precariedade e sofrimento são disseminadas através deste crescimento da inimizade entre os povos, entre nós!
 Sim, entre nós, dentro das nossas comunidades, dos nossos presbitérios, das nossas reuniões. O vírus da polarização e da inimizade permeia as nossas maneiras de pensar, sentir e agir. Não sendo imunes a isto, devemos estar atentos para que tal conduta não ocupe o nosso coração, pois iria contra a riqueza e a universalidade da Igreja que podemos constatar palpavelmente neste Colégio Cardinalício.
 Vimos de terras distantes, temos costumes, cor da pele, línguas e condições sociais distintas; pensamos de forma diferente e também celebramos a fé com vários ritos. E nada de tudo isto nos torna inimigos; pelo contrário, é uma das nossas maiores riquezas.
Amados irmãos, Jesus não cessa de «descer do monte», não cessa de querer inserir-nos na encruzilhada da nossa história para anunciarmos o Evangelho da Misericórdia. Jesus continua a chamar-nos e a enviar-nos à «planície» dos nossos povos, continua a convidar-nos a gastar a nossa vida apoiando a esperança do nosso povo, como sinais de reconciliação. Como Igreja, continuamos a ser convidados a abrir os nossos olhos para vermos as feridas de tantos irmãos e irmãs privados da sua dignidade, provados na sua dignidade.
Amado irmão neo-cardeal, o caminho para o céu começa na planície, no dia-a-dia da vida repartida e compartilhada, duma vida gasta e doada: na doação diária e silenciosa do que somos.
 O nosso cume é esta qualidade do amor; a nossa meta e aspiração é procurar na planície da vida, juntamente com o povo de Deus, transformar-nos em pessoas capazes de perdão e reconciliação.
Amado irmão, aquilo que hoje se te pede é que guardes no teu coração e no coração da Igreja este convite a ser misericordioso como o Pai, sabendo que «se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 49).
Por Radio Vaticano

domingo, 4 de setembro de 2016

Cerimónia da canonização de Madre Teresa de Calcuta

Neste  Domingo 4 de Setembro de 2016, às 10,20 horas de Roma, o Papa Francisco procedeu a celebração da canonização de Madre Teresa de Calcutá, numa Praça de S. Pedro repleta de fiéis e peregrinos, autoridades civis e religiosas, provenientes de diversos cantos do planeta Terra, para assistir a este evento: mais de 120 mil fiéis e peregrinos que assistiram a este evento ecclesial e mundial. 
De fato, hoje, os olhos e os corações dos fiéis da Índia e do mundo inteiro estão voltados para Roma, centro da catolicidade, em espírito de oração, de júbilo e de louvor à Deus por este evento da canonização de Madre Teresa de Calcutá, esta mulher simples que tanto amou os últimos, os deserdados, enfim, os excluídos do sistema-mundo.
Madre Teresa, de Calcutá, cujo nome de baptismo é Anjézé Gonxhe Bojaxhiu, nasceu em Skopje (na ex Jugoslávia), no dia 26 de Agosto de 1910, de pais de origem albanesa. Faleceu em Calcutá, na Índia, no dia 5 de Setembro de 1997.
Religiosa albanesa, naturalizada indiana, Madre Teresa, iniciou o seu noviciado a 24 de Maio de 1929, tendo no dia 25 de Maio de 1931, professado os votos religiosos para a Congregação de Nossa Senhora de Loreto, assumindo o nome de Irmã Teresa em homenagem a Santa Teresa de Lisieux.
Em 1935 foi enviada para Calcutá, na Índia, para terminar os estudos religiosos e onde acaba descobrindo o mundo da miséria humana e dos excluídos deste nosso mundo da globalização da indiferença e que marcará o início da sua conversão religiosa, até ao ponto de, mais tarde, fundar uma própria Congregação para se dedicar inteiramente ao serviço destes últimos, destes “danados da terra”. Em 1950 o Papa Pio XII autorizou oficialmente a instituição desta nova Congregação denominada “Congregação das Missionárias da Caridade”.

Paróquia Bom pastor recebe a visita dos padres da congregação de Betharramita

Na ultima Sexta feira 02/09 a comunidade Matriz ofereceu ao padres visitantes da congregação de Betharramita a qual nossos padres fazem parte, um singelo jantar em forma de agradecimento pela visita a nossa comunidade.

 Além de prestar homenagem ao Padre Paulo pela passagem de seu aniversário. Foi um momento de confraternização feito com carinho pela nossa comunidade que agradou e deixou bem feliz e agradecidos nossos viaitantes. Que voltem sempre.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Madre Teresa de Calcutá será canonizada dia 04 de setembro

madre teresa de calcutaA canonização de Madre Teresa de Calcutá será celebrada no dia 4 de setembro, pelas 10h30 de Roma, sob a presidência do Papa Francisco na Praça de São Pedro.
Na mesma data vai ser celebrado o Jubileu dos Voluntários e Trabalhadores da Misericórdia.
A Congregação para a Causa dos Santos (santa Sé) concluiu, em julho de 2015, as investigações sobre a cura miraculosa de um homem brasileiro, de 35 anos, afetado por uma grave doença no cérebro, que se curou de uma forma tida como inexplicável.
Ganxhe Bojaxhiu, a Madre Teresa, nasceu em Skopje (Macedónia), pequena cidade com cerca de vinte mil habitantes então sob domínio otomano, a 26 de agosto de 1910, no seio de uma família católica que pertencia à minoria albanesa, no sul da antiga Jugoslávia.
A 25 de dezembro de 1928 partiu de Skopje rumo a Rathfarnham, na Irlanda, onde se situa a Casa Geral do Instituto da Beata Virgem Maria, para abraçar a Vida Religiosa, com o ideal de ser missionária na Índia.
O seu trabalho nas ruas de Calcutá centrou-se nos pobres da cidade que morriam todas as noites, vestida com um sari branco, debruado de azul, a imagem com que o mundo se habituou a vê-la.
A religiosa faleceu a 5 de setembro de 1997, na casa geral da congregação que fundou, em Calcutá, aos 87 anos de idade.
Foi beatificada por João Paulo II a 19 de outubro de 2003, depois de o Papa polaco ter autorizado que o processo decorresse sem esperar pelos cinco anos após a morte exigidos pela lei canónica.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Comunidade de Ritiro Celebra missa em homenagem a sua padroeira Senhora Santa Ana

Aconteceu na ultima Terça-Feira ( 26-07) A missa em louvor a Santana e São Joaquim padroeiros da comunindade de Retiro da Paróquia Bom Pastor. Foi uma celebração muito animada, no qual foi participada com muita devoção e expressada pelos fiéis O grande carinho por Santa Ana e São Joaquim.

 A celebração contou também com a participação de muitas famílias vindas de diversas outras comunidades. 

Um dos Pontos refletidos foi a importância de abrir-nos com humildade ao projeto salvifico de DEUS, a exemplo de Santa Ana e São Joaquim que mesmo sem terem "Visto e ouvido" o próprio Deus em Jesus confiaram e acolheram com fidelidade o projeto de Deusem suas vidas. 

Tornando-se assim exemplos de obediência e fidelidade aos planos de Deus. E no final foi dada uma benção especial a todos os avós.

Papa convida poloneses a olhar com esperança o futuro

O papa Francisco chegou à Polônia na quarta-feira, 27, para a viagem apostólica por ocasião da 31ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Após ser recebido no aeroporto, Francisco dirigiu-se ao Castelo de Wawel, onde encontrou-se com as autoridades, representantes da sociedade civil e o corpo diplomático.

Na oportunidade, o papa saudou e agradeceu o presidente polonês, Andrzej Duda, pela acolhida e manifestou-se contente em começar a primeira visita à Europa Centro-Oriental pela Polônia, terra do idealizador e promotor das JMJ, São João Paulo II.

Memória

Ao considerar a memória como característica do povo polaco, Francisco lembrou do papa polonês, São João Paulo II, que “quando falava dos povos, partia da sua história procurando fazer ressaltar os seus tesouros de humanidade e espiritualidade”. 
Francisco explicou que há dois tipos de memória na vida diária de cada indivíduo e também da sociedade: a boa e a má, a positiva e a negativa. “A memória boa é aquela que a Bíblia nos mostra no Magnificat, o cântico de Maria, que louva o Senhor e a sua obra de salvação. Ao contrário, a memória negativa é aquela que mantém o olhar da mente e do coração obsessivamente fixo no mal, a começar pelo mal cometido pelos outros”, disse.
Ao citar os cinquenta anos do perdão mútuo entre os episcopados polaco e alemão e a declaração conjunta entre a Igreja Católica da Polônia e a Igreja Ortodoxa de Moscovo,  Francisco disse que os poloneses souberam fazer prevalecer a memória boa em sua história recente, pois os eventos desencadearam em processos positivos nos âmbitos social, político e cultural, além do religioso.
“Assim a nobre nação polaca mostra como se pode fazer crescer a memória boa e deixar para trás a má. Para isso, requer-se uma esperança e confiança firmes n'Aquele que guia os destinos dos povos, abre portas fechadas, transforma as dificuldades em oportunidades e cria novos cenários onde parecia impossível”, ressaltou.
De acordo com o papa, a consciência do caminho feito e a alegria pelas metas alcançadas dão força e serenidade para se enfrentar os desafios atuais. Tais desafios requerem a coragem da verdade e um compromisso ético constante, a fim de que os processos decisórios e operativos, bem como as relações humanas sejam sempre respeitosos da dignidade da pessoa. A tudo isso estão relacionadas atividades como a economia, a relação com o meio ambiente e a própria forma de gerir o complexo fenômeno migratório. 

Este último, continuou Francisco, “exige um suplemento de sabedoria e misericórdia, para superar os medos e produzir um bem maior”. O papa salientou que é preciso identificar as causas da emigração da Polônia, facilitando o regresso daqueles que assim o desejarem. Ao mesmo tempo, propôs que “é preciso disponibilidade para acolher as pessoas que fogem das guerras e da fome”. 
Francisco também destacou que devem ser estimuladas “colaborações e sinergias em nível internacional a fim de se encontrar soluções para os conflitos e as guerras, que forçam tantas pessoas a deixar as suas casas e a sua pátria”.

“À luz da sua história milenária, convido a nação polaca a olhar com esperança o futuro e as questões que têm de enfrentar. Esta atitude favorece um clima de respeito entre todas as componentes da sociedade e um diálogo construtivo entre as diferentes posições; além disso cria as melhores condições para um crescimento civil, econômico e até demográfico, alentando a confiança de oferecer uma vida boa aos próprios filhos”, disse.

Neste ambiente, Francisco frisou a eficácia das políticas sociais em favor da família e da proteção e acolhimento da vida. “Que Nossa Senhora de Częstochowa abençoe e proteja a Polônia!”, concluiu.